Uma carta da Dra. Daiane Gimenez · harmonização glútea · Marília
Tem mulher que apaga a luz por charme. E tem mulher que apaga por vergonha.
Se você é a segunda, esta carta é sua. É sobre o bumbum que você quer, liso, firme e com formato, e sobre a ordem certa para chegar nele: o Bumbum DG.
Abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Você só aperta enviar.
Oi. Vou falar com você do jeito que eu falaria se você sentasse na minha frente agora.
São dez e pouco da noite. As crianças finalmente dormiram, a cozinha está mais ou menos em ordem, e você entra no banho pensando que hoje até que daria.
Aí vem a parte que ninguém vê. A toalha amarrada até o último segundo. A troca de roupa de frente para ele, nunca de costas. A camisola comprida “porque está frio”. Em Marília. Com o ventilador ligado.
E a frase sai antes de você pensar:
“Apaga a luz.”
Ele acha que é charme.
Não é.
E o detalhe que mais dói: ele nunca reclamou. Ele te acha linda. Ele te procura. Quem trava é você.
Na gaveta, a lingerie que você comprou num dia de coragem continua com etiqueta. De vez em quando você abre, olha pra ela… e fecha a gaveta.
Oi. Vou falar com você sem rodeio, do jeito que eu falo no consultório.
Leg day você não fura nem gripada. Agachamento, stiff, elevação pélvica. A dieta é regrada. O músculo veio: você sente na escada, sente na calça.
E mesmo assim, de legging, de costas, não ficou do jeito que você sonhou. Os buraquinhos continuam lá. Aquela entrada do lado continua lá.
Você não quer muito. Quer empinar. Quer que a legging vista do jeito que foi feita para vestir.
Aí você olha para a mulher da frente na fila do agachamento. Mesmo horário, mesma ficha. E, de legging, o bumbum dela parece desenhado.
A pergunta vem sozinha, mesmo que você não queira pensar nela:
Por que o dela é assim e o meu não?
Oi. Vou direto, porque eu não gosto de enrolar e você também não.
Eu sei o que custou. O doce que ficou na mesa. A marmita na bolsa. Os aniversários em que você disse “não, obrigada” e todo mundo insistiu.
Aí veio o dia do provador. A calça um número menor. Fechou fácil. De frente, linda.
Aí você virou de costas.
E a calça sobrou atrás.
Você mudou o ângulo. Puxou a calça para cima. Ficou na ponta do pé. Não adiantou.
Agora, quando alguém diz “nossa, como você está ótima!”, você sorri. Agradece.
E pensa: de frente, né.
Vou falar com você com franqueza, do jeito que eu falo no consultório.
O vestido para a formatura da filha. Provador de loja, luz de cima. Você vira de lado, olha com calma e devolve o vestido pela fresta da cortina:
— Você tem alguma coisa mais soltinha?
A vendedora tem. Sempre tem.
Não é falta de cuidado. Você se cuida há anos. É que a sustentação que o colágeno dava aos 25 vai diminuindo, ano a ano. E isso a caminhada não devolve.
E tem a outra parte: a vontade de cuidar disso e o receio de virar assunto. Na cunhada, na vizinha, no grupo da família.
Eu entendo. O resultado que eu procuro é o contrário de chamar atenção. É alguém de casa perguntar se você mudou o cabelo.
No consultório, esse cuidado tem nome: Bumbum DG. O nome é da clínica. O trabalho é sério.
Pode ser no quarto. Pode ser em qualquer outro lugar.
No churrasco de domingo, você de calça, com a blusa amarrada na cintura.
Na foto do aniversário: “pega de frente, de frente”.
No clube, você segura a toalha de todo mundo, o protetor de todo mundo, o celular de todo mundo. Tira a foto de todo mundo. Na foto, você não aparece.
E tem a legging bonita, ainda com etiqueta. Você vestiu, virou de costas… e guardou.
Ninguém repara. Você repara.
“É só treinar mais.”
Você já tentou. Academia, caminhada, creme até o fim do pote, agachamento na sala.
E toda vez que você comenta, meio rindo, alguém responde rápido:
“Ué. É só treinar mais.”
A amiga fala. O vídeo de trinta segundos fala.
Sabe o que essa frase faz com você? Ela transforma uma questão de anatomia numa questão de caráter. Se é só treinar mais e nada mudou, a culpa só pode ser sua.
Agora a verdade, de quem tem estúdio de pilates e acredita em treino:
Existem coisas que nem o melhor treino da vida corrige.
O treino cuida do músculo, e cuida bem. Continue. Mas pele não faz agachamento. E o desenho do seu quadril, nenhuma série muda. Contorno e volume, só com treino, costumam não chegar aonde você quer.
Você não falhou. Você só fez a sua parte sozinha.
Agora deixa eu te mostrar o que faz um bumbum ser o bumbum que você quer.
O bumbum começa na pele.
Parece simples demais. Mas é aqui que quase todo mundo erra a ordem.
Quando uma mulher decide, enfim, fazer alguma coisa pelo bumbum, ela costuma pensar numa palavra só: volume. E vai direto para o preenchimento.
Só que a pele é o que veste o bumbum. É o que a mão sente primeiro e o que a luz acesa mostra. Se o formato muda e a pele continua com textura e buraquinhos, o olho vai direto para ela. E volume em cima de pele sem preparo costuma não assentar: mudou, mas não ficou do jeito que você sonhou. Aí vem o “dinheiro jogado fora”.
Por isso a ordem é outra: primeiro preparar a pele. Depois dar firmeza. Só no fim, desenhar o formato. Liso, firme, com formato. Nessa ordem.
E aquela mulher que você olha na academia, no clube, na festa? Pode ser genética. E pode ser que ela tenha cuidado disso. E não tenha te contado.
Mensagem pronta no WhatsApp. Não precisa mandar foto.
O Bumbum DGby Dra. Daiane Gimenez
Três etapas. Uma prepara a outra, e a ordem importa.
Pele
É a textura, os “buraquinhos”, a marca que o tecido fino desenha. Para quem emagreceu, é aqui que mora a diferença: a gordura saiu, a pele ficou.
Nesta etapa eu nutro o tecido e estimulo o seu próprio colágeno a se reorganizar, para a pele ficar mais lisa e mais firme ao toque. Se tem celulite, ela entra aqui também. É o terreno onde todo o resto vai assentar.
Firmeza
É a etapa do “levantou”. Entra o bioestimulador de colágeno: ele estimula o seu próprio corpo a produzir colágeno, aos poucos, para dar sustentação, aquela pele mais grudadinha ao corpo. Ele firma. Quem desenha é a etapa seguinte.
Formato
Só aqui, no fim, com a pele pronta e firme, entra o preenchimento com ácido hialurônico: contorno, projeção, volume onde falta, as laterais. É a etapa que desenha, agora sobre uma base pronta.
E não é efeito de uma semana. É resultado que fica com você: costuma durar de 6 meses a 1 ano e meio, podendo durar mais, conforme o seu organismo e a manutenção.
Por onde você começa? Pergunta para a sua roupa.
Ela já sabe a ordem.
A legging clara denuncia a pele primeiro. Se é dela que você foge, o seu plano costuma começar pela Pele.
O biquíni mostra a sustentação: o bumbum em pé, andando na areia, sem pose. Se é ele que ficou para “o verão que vem”, o peso costuma estar na Firmeza.
O vestido colado mostra o desenho: o contorno, a lateral, a projeção. Se é ele que volta para o cabide, a etapa que mais pesa costuma ser o Formato.
Tem quem precise de muito cuidado com a pele e pouco com o formato. Tem quem só sinta falta do contorno na lateral. E tem quem precise das três.
Se você emagreceu, pele e firmeza costumam vir na frente. Se você treina, o treino continua; o protocolo soma. E se não tem marido nenhum nessa história, talvez seja o namorado novo, a viagem já marcada. Talvez seja só você.
A resposta vem pelo mesmo WhatsApp, com discrição.
A frase que vem baixinho
Ela senta na minha frente e fala do treino, da legging, do biquíni que ficou no armário. Tudo num tom leve.
Lá pelo meio, abaixa a voz:
“Doutora, tem uma coisa que eu não falo pra ninguém.”
Às vezes é: “Eu queria parar de apagar a luz.”
Às vezes é, sem rodeio nenhum: “Quero empinar esse bumbum.”
Ninguém ri. Ninguém diz que é bobagem. Não tem nada de errado em querer se sentir desejada. Em tirar a roupa devagar, com a luz acesa. Em gostar do que vê de costas.
É para isso que eu faço o que faço.
Bumbum bonito não se faz na véspera.
O protocolo é feito por etapas, com intervalo entre elas, e o colágeno se constrói aos poucos.
Por isso a conta é simples. Quem quer chegar ao verão, à festa de fim de ano, à viagem de janeiro com a luz acesa começa agora. Não em dezembro.
Ninguém te devolve os verões que já passaram. Mas o próximo ainda não aconteceu.
Você escolhe o horário que cabe na sua semana.
Como é, do primeiro “oi” à primeira semana
Tudo começa numa conversa comigo, no consultório.
Você me conta qual roupa parou de usar. Sério. A gente começa por aí.
Eu avalio pele, firmeza e formato e te mostro, com clareza, por qual etapa o seu bumbum começa e por quê.
E se você chegou decidida, não precisa voltar outro dia: se a agenda permitir, a primeira etapa pode ser feita ali mesmo, na mesma visita. Tem paciente que já chega pré-agendada, porque sabe o que quer.
Aí vem a parte que quase ninguém espera. Você vai para casa com um canal direto comigo. No dia seguinte, eu te peço uma foto. No outro dia também. A primeira semana inteira, eu acompanho você todos os dias. Aquele “isso é normal?” não fica guardado até a próxima consulta.
E entre uma etapa e outra, você volta: eu reavalio, vejo como o seu corpo respondeu e ajusto o próximo passo. Esse retorno já faz parte do seu plano. É assim que o bumbum vai sendo construído: em etapas, refinando a cada volta.
Quem vai cuidar de você
Sou a Daiane Gimenez. Trabalho com harmonização glútea, corporal e facial aqui em Marília desde 2023. Sou também fundadora da DG Wellness, o estúdio de pilates e recovery do Núcleo AG: passo os dias entre mulheres que treinam. Sei o que o treino faz. E sei onde ele para.
Recebo muita mulher que treina há anos e muita que acabou de emagrecer. As duas chegam com a mesma pergunta: por que o espelho não acompanhou o esforço?
Você só aperta enviar. A Clara, da minha equipe, já vê um horário com você.
E não é só o bumbum.
Muita mulher chega pelo bumbum e, no meio da avaliação, solta outra frase:
“Ainda não tive coragem de usar regata.”
“Quero olhar para a minha barriga e ver o esforço que eu fiz.”
A lógica é a mesma no resto do corpo: cuidar da pele, firmar e marcar o contorno onde você quer que ele apareça. Abdômen, braços, ombros, coxas, panturrilhas, peitoral e colo. É o DG Body, também by Dra. Daiane Gimenez.
Dá para olhar mais de uma região na mesma visita. É só avisar a Clara na hora de marcar.
Mensagem pronta, sem precisar dizer qual.
As perguntas que quase toda mulher tem vergonha de fazer
Qual o valor?
Cada caso é um caso e é avaliado no consultório: o valor depende do que a avaliação mostrar e de quantas etapas o seu plano tem. Por isso não tem número aqui. Me chama no WhatsApp que a Clara te explica como funciona e já vê um horário. Perguntar no WhatsApp
Dói? Como é o depois?
No bumbum eu uso anestesia local, então o que você sente é mais pressão do que dor. Depois, costuma ficar uma sensibilidade por alguns dias, como depois de um treino forte, e pode aparecer um roxo que some sozinho.
Você sai andando e volta para a sua rotina. Nos primeiros dias, evita ficar muito tempo sentada em cima da região e deixa o treino de perna para depois. E nessa semana eu estou com você todos os dias.
Vai ficar artificial? E se eu não gostar do formato?
Artificial é o que é feito de uma vez, em volume, sem olhar o resto. Aqui o formato é a última etapa: antes vêm pele e firmeza, e o volume entra na medida do seu corpo, na quantidade combinada com você.
E dá para ajustar, sim. É justamente por isso que o tratamento é entregue em etapas: para a gente conferir e refinar antes de seguir. O objetivo é você se olhar e ver você, só que mais firme e com o contorno que o treino não deu.
O que é colocado em mim?
Apenas produtos testados e aprovados pelos órgãos competentes e com respaldo científico. Na avaliação, eu te explico o que entra em cada etapa do seu plano.
É para mim? Para a minha idade?
Não existe idade certa, existe o seu caso. Ter tido filho ou ter emagrecido não te tira do jogo: muda o plano. Se você emagreceu há pouco, pele e firmeza podem vir na frente, e o formato costuma esperar o peso estabilizar. Gestantes e quem está amamentando esperam. O resto, você me conta na avaliação: é exatamente isso que eu olho.
Alguém vai saber?
Só se você contar. O resultado vem aos poucos, no seu formato. A mensagem pronta não fala de bumbum e o atendimento é com hora marcada. Quem te responde no WhatsApp é a Clara, da minha equipe: quando a pergunta é para mim, ela me chama e volta com a resposta, às vezes com um áudio meu.
E ele? Só sabe se você contar. Talvez a primeira coisa que ele perceba nem seja o bumbum. Seja que você parou de pedir para apagar a luz.
A noite em que você esquece de apagar a luz
Imagina.
A legging clara saindo da gaveta. E saindo de casa.
O provador: você vira de costas e fica um minuto parada. Dessa vez, sorrindo.
A foto do clube com você dentro dela.
A toalha indo para a cadeira, e não para o corpo.
A lingerie da gaveta, finalmente, sem etiqueta.
Você atravessando o quarto devagar. Sem pressa nenhuma.
E, se a luz ficar apagada, que seja porque você quis.
É para essa noite que eu trabalho. Liso, firme, com formato. E o primeiro passo é só um “oi” no WhatsApp: a Clara marca a sua avaliação comigo, e, se você quiser, a gente já começa no mesmo dia.
A mensagem que vai é só “Oi, Daiane! Li a página até o fim e quero agendar minha avaliação.” Ninguém lê “bumbum” no seu celular.
Com carinho,
P.S. A peça com etiqueta na sua gaveta, seja a lingerie, a legging ou o biquíni, não tem data de validade. Mas você sabe há quanto tempo ela está esperando. Me manda um “oi” hoje. A gente começa por ela. Mandar um “oi” agora
P.P.S. Não precisa mandar foto nem explicar nada por mensagem. Discrição do WhatsApp à porta da sala.
Senador Salgado Filho · Marília/SP · CEP 17502-270
WhatsApp (14) 95978-2298 · Segunda a sexta, das 9h às 18h, com hora marcada.
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