Uma carta da Dra. Daiane Gimenez · DG Face Restore · Marília
Você nunca se cuidou tanto. E é justo agora que perguntam se está tudo bem com você.
O corpo respondeu a cada quilo de esforço. O rosto emagreceu junto e ficou com um cansaço que não é seu. Esta carta é sobre cuidar dele sem te deixar com cara de “feita”. É o DG Face Restore.
Abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Você só aperta enviar.
Oi. Vou te contar uma história que eu escuto muito no consultório. Talvez você se reconheça nela.
Ela custou caro. O doce que ficou na mesa. A marmita na bolsa. A caminhada às seis da manhã, quando a cama pedia mais dez minutos.
E deu certo. A calça antiga sobrou. Pela primeira vez em muito tempo, você se olha de corpo inteiro e gosta do que vê.
Aí começam os comentários.
A colega, parando na sua mesa:
“Nossa, como você emagreceu! Mas tá abatidinha… tá tudo bem?”
A sua mãe, no almoço de domingo, olhando de perto: “Filha, você tá comendo direito?”
A conhecida que te encontra no mercado e baixa a voz, como quem pergunta coisa séria: “Você tá bem? Não tá doente, não, né?”
Você ri. Diz que está ótima. E está.
Mas, no carro, você abaixa o quebra-sol e olha de perto. A bochecha mais funda. Uma sombra do lado da boca que não existia. O contorno do queixo, que amoleceu. A papada, que agora é pele solta. O pescoço dobrando quando você olha para baixo.
À noite, já deitada, você pesquisa, quase com vergonha: rosto derretendo depois de emagrecer.
E o que aparece assusta mais que o espelho. Boca enorme. Bochecha de boneca. Mulheres diferentes com a mesma cara.
Você fecha a tela e decide: se for para ficar assim, prefere continuar com cara de cansada.
A gordura do rosto saiu. A pele que ela sustentava ficou, sem apoio.
O corpo de quem venceu. E um rosto que parece cansado de uma luta que você ganhou.
Oi. Vou falar com você sem rodeio, do jeito que eu falo no consultório.
Você tem um lado bom. Sabe o ângulo, a luz, a altura do celular. Selfie, só de frente, queixo um pouquinho para baixo.
Aí a amiga posta a foto do aniversário. De lado. Sem avisar.
E você vê o que vê toda vez que alguém te fotografa de perfil. O queixo que foge para trás. A mandíbula sem linha. O lábio de cima mais fino que o de baixo. Um lado do rosto diferente do outro.
Você pede para ela apagar. Ela acha que é frescura.
Você já salvou foto de referência. E também já viu o outro lado: o lábio maior que o sorriso, o queixo que não combina com o resto, todo mundo com a mesma cara.
Você não quer aquilo. Quer o seu rosto, em proporção.
O perfil que você vê na cabeça quando imagina a foto perfeita.
Vou falar com você com franqueza, do jeito que eu falo no consultório.
Você dormiu oito horas. Tomou água. Passou o creme de sempre.
E, mesmo assim, alguém pergunta:
“Tá cansada? Aconteceu alguma coisa?”
Não aconteceu nada. Aconteceram os anos.
O contorno do rosto, que desceu um pouco. O bigode chinês, que agora fica mesmo quando você não está sorrindo. A pele, que perdeu o viço depois da menopausa. O pescoço.
E tem a outra parte: a vontade de cuidar disso e o medo de ficar “feita”. Você já viu a conhecida que exagerou. Todo mundo percebeu. Ninguém comentou na frente dela.
Entre ficar daquele jeito e ficar como está, você fica como está.
Eu entendo. O resultado que eu procuro é o contrário de chamar atenção. É alguém perguntar se você voltou de viagem.
Pode ser no trabalho. Pode ser em qualquer lugar.
Na chamada de vídeo, com o celular lá no alto, sem você nem perceber.
Na foto do grupo da família, que você amplia antes de deixar postarem.
No espelho do elevador, com aquela luz que parece instalada de propósito.
E nos comentários que vêm com carinho e ficam o dia inteiro. “Tá cansada?” “Dormiu mal?” “Ih, essa saiu de lado.”
Ninguém fala por mal. Mas fica.
O rosto “feito”
Você conhece. Todo mundo conhece.
É aquele rosto que a gente percebe antes de saber dizer o que mudou. A maçã alta demais. A boca que chega antes da pessoa. O sulco preenchido num rosto que continua caído.
E o mais estranho: são todos parecidos. Como se tivessem saído da mesma fôrma.
É o pacote. A mesma receita para rostos que não têm nada em comum.
Por medo desse rosto, muita mulher prefere não fazer nada. Eu entendo. Entre aquilo e nada, nada.
Só que essas não são as únicas duas opções.
O rosto feito quase nunca nasce de um produto. Nasce da pressa: encher antes de sustentar.
O que caiu não se resolve enchendo.
Quando o rosto perde firmeza, a primeira ideia é pôr volume onde afundou. Parece lógico.
Mas volume em cima de pele sem sustentação costuma pesar. O rosto fica maior, não fica mais firme. Aí parece que falta mais, e se põe mais, até virar aquele rosto que todo mundo percebe.
O pacote faz igual para todas. Eu faço o contrário: olho o seu rosto e vejo o que ele está pedindo.
Tem rosto que pede pele: viço, textura, aquele aspecto opaco. Tem rosto que pede sustentação. Tem rosto que só sente falta de desenho num ponto. E tem rosto que não precisa de bioestimulador nenhum, só de terapias regenerativas na pele.
Quem decide a ordem é o seu rosto. Não uma receita.
Feito assim, o resultado costuma parecer você. Só que descansada.
Mensagem pronta no WhatsApp. Não precisa mandar foto.
DG Faceby Dra. Daiane Gimenez
Três frentes. A avaliação diz quais entram no seu plano, e em que ordem.
Pele
Viço, textura, poros, o aspecto opaco que o emagrecimento ou a menopausa deixam. Aqui entra o Pele de Porcelana: terapias regenerativas com microagulhamento, peptídeos e PRP, feito do seu próprio sangue, para estimular a pele a se renovar. Costuma ser feito em cerca de 4 sessões, com intervalo de 3 semanas. Conhecer o Pele de Porcelana
Firmeza
A sustentação: o contorno da mandíbula, a papada, o pescoço, o bigode chinês que aprofundou. Quando o seu rosto pede, entra o bioestimulador de colágeno, que estimula o seu corpo a produzir colágeno aos poucos. E, se houver indicação, o ultrassom micro e macrofocado e os fios de tração.
Formato
Quando falta desenho, entra o ácido hialurônico, só onde falta: o queixo, a linha da mandíbula, os lábios, a maçã, a olheira funda. Pouco, no lugar certo, sobre uma base que aguenta.
E a olheira que você ouviu a vida inteira que “é genética”? Muitas vezes é mesmo: é o desenho do rosto fazendo sombra, e creme nenhum chega lá. Genética explica. Não condena.
Não é efeito de uma semana. O que é construído com colágeno aparece aos poucos. E o resultado costuma durar de 6 meses a 1 ano e meio, podendo durar mais, conforme o seu organismo, com manutenção.
Por onde você começa? Pergunta para as suas fotos.
Elas já sabem o que mais te incomoda.
A luz do banheiro, de manhã, mostra a pele: o viço, a textura, a olheira. Se é dela que você foge, o seu plano costuma dar mais peso à Pele.
A foto de surpresa, tirada de baixo, mostra a sustentação: a papada, o contorno, o sulco. Se é ela que você apaga, o peso costuma estar na Firmeza.
A foto de perfil mostra o desenho: o queixo, a mandíbula, os lábios, um lado diferente do outro. Se você só posa de frente, a frente que mais pesa costuma ser o Formato.
Tem quem precise de muita pele e nenhum formato. Tem quem, aos 28, só sinta falta do desenho. Por isso não existe ordem pronta: a sua sai da avaliação.
No DG Face, cada caminho tem nome. Restore, para o rosto que esvaziou depois de emagrecer. Design, para quem quer proporção. Lift, para a flacidez que veio com os anos. Skin, para a pele. O nome muda conforme você. O cuidado de olhar o seu rosto antes de qualquer agulha, não.
A resposta vem pelo mesmo WhatsApp, com discrição.
Emagreceu? Corpo, rosto e cabelo mudam juntos.
O rosto costuma ser o primeiro a mostrar o emagrecimento. Raramente é o único. A pele da barriga e dos braços, o bumbum, e às vezes o cabelo, que pode cair mais nos meses seguintes.
Na mesma visita, você pode me mostrar tudo o que mudou. A lógica é a mesma.
Rosto descansado não se faz na véspera.
O colágeno se constrói aos poucos, e as etapas têm intervalo entre elas. Não é coisa de uma tarde.
Por isso a conta é simples. Quem quer chegar às fotos de fim de ano, à formatura, ao casamento de janeiro, se reconhecendo nelas, começa agora. Não em dezembro.
E, se você quiser e a agenda permitir, a primeira etapa pode ser feita no mesmo dia da avaliação.
As fotos de dezembro ficam para sempre no álbum da família. As deste ano ainda não foram tiradas.
Você escolhe o horário que cabe na sua semana.
Como é a avaliação
Você me conta qual foto você apaga. Sério. A gente começa por aí.
Eu examino o seu rosto e te explico, com clareza, o que faz sentido para ele, em que ordem e por quê.
Se você já sabe o que quer, pode vir com a primeira etapa agendada para o mesmo horário.
Quem vai cuidar de você
Sou a Daiane Gimenez. Sou fisioterapeuta e trabalho com harmonização glútea, corporal e facial aqui em Marília desde 2023. No rosto, o meu trabalho é o contrário do pacote: o plano sai do seu rosto, não de uma receita.
E ele não acaba quando você sai da sala. Na primeira semana depois de cada etapa, eu te acompanho todos os dias: você me manda uma foto pelo nosso canal direto, eu olho e te respondo.
Entre uma etapa e outra, você volta, eu reavalio, e a gente decide junta o próximo passo. Esse retorno já faz parte do plano.
Você só aperta enviar.
O que me perguntam antes de marcar
Qual o valor?
Cada caso é um caso: depende do que o seu rosto pede e de quantas etapas o plano tem. Por isso o valor é avaliado no consultório, e não aqui. Me chama no WhatsApp que a gente já vê um horário para você. Chamar no WhatsApp
Vou ficar com cara de “feita”?
Esse é o medo que eu mais escuto, e eu concordo com ele: rosto igual ao de todo mundo é erro, não resultado. Por isso eu não começo enchendo. Primeiro vejo o que o seu rosto pede; o formato, se entrar, vem em pouca quantidade e por etapas.
E as etapas existem justamente para refinar: se algo pode ficar melhor, a gente ajusta no caminho. A ideia é que quem convive com você note que você está bem, sem saber dizer por quê.
Dói?
Pouco. Na pele, uso anestésico tópico; na sustentação e no formato, anestesia local. Costuma ser mais pressão do que dor. Depois pode ficar sensível e aparecer um roxinho, que costuma sumir em poucos dias.
Quem te responde é a Clara, da minha equipe. Se a dúvida for para mim, ela me chama e volta com a minha resposta, às vezes com um áudio meu.
Quanto dura?
Costuma durar de 6 meses a 1 ano e meio, podendo durar mais, conforme o seu organismo, com manutenção. Na avaliação eu te digo qual ritmo faz sentido para o seu rosto.
O que é colocado no meu rosto?
Apenas produtos testados e aprovados pelos órgãos competentes e com respaldo científico. Qual entra no seu caso, e por quê, eu te explico na avaliação.
É para a minha idade?
É para a de 28 que quer proporção e para a de 55 que quer continuar se reconhecendo. Muda o plano, não a porta. Se você emagreceu há pouco, o formato costuma esperar o peso estabilizar. Gestantes e mulheres amamentando aguardam.
O dia em que perguntam se você descansou
Imagina.
A selfie de primeira, sem procurar o ângulo.
A chamada de vídeo com o celular na altura que for.
A foto de perfil no grupo da família. E você deixa.
A mesma pessoa, o mesmo comentário, do outro jeito: “Você tá ótima. Descansou?”
O espelho do elevador, e você ali. Você mesma. Num dia bom.
E, se alguém perguntar o que você fez, que a resposta seja só um sorriso.
É para esse rosto que eu trabalho: o seu, com viço, firmeza e proporção. E o primeiro passo é uma conversa comigo.
A mensagem que vai é só “Oi, Daiane! Li a página até o fim e quero agendar minha avaliação.”
Com carinho,
P.S. A foto que você apagou essa semana já foi. As de dezembro ainda não foram tiradas. Me manda um “oi” hoje. Mandar um “oi” agora
P.P.S. Não precisa mandar foto do rosto por mensagem. Eu olho pessoalmente, na avaliação.
Senador Salgado Filho · Marília/SP · CEP 17502-270
WhatsApp (14) 95978-2298 · Segunda a sexta, das 9h às 18h, com hora marcada.